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sexta-feira, 20 de maio de 2011

bastou força de vontade




Sinto-me como um nada e nem sequer sei porque. Sinto-me como se tudo o que faço fosse uma perda de tempo, uma falta de imaginação. Sinto-me mal no meio de tanta gente com tantas mais possibilidades do que eu. Sinto-me vermelha no meio de tantos amarelos. Sinto-me excluida e tudo porque mudei de rumo a minha vida, porque quis ser mais crescida e pensar de outra maneira. Ser diferente de todos eles. E sim, resultou, mas enquanto todos eles aproveitaram o bom da vida, eu lamentava-me porque jamais iria a tempo. Começei a ver a minha vida toda a andar para trás. Só conseguia pensar no que tiverá feito, no quão estúpida que fui, por me ter metido naquela má vida. Mas felizmente abri os olhos a tempo e afastei-me daquilo que tão mal me fazia. Tive de imediato tudo o que precisa para conseguir reconstruir a minha vida e assim o fiz. Fiz novas amizades, construi um novo caminho, pensava eu que, sem pedras. Na minha cabeça, tudo estava perfeito e era assim que iria continuar. Mas eu, eu sou uma rapariga, uma rapariga como todas as outras e passados dois anos, estava mais que na altura de voltar a arriscar e assim o fiz. Correu bem e durou um mês. Chorei, chorei muito. Mas novamente, devido a todas as pessoas que me acompanharam e que me ajudaram, novamente reconstrui a minha vida. De uma brincadeira, novamente arrisquei. Sabia eu que iria ser sério, que iria durar o tempo que durou. Era pura e simplesmente brincadeira até ao momento em que se tornou sério, mas como tudo na vida, acabou. E mais uma vez, devido a todas as pessoas que me acompanharam e me ajudaram, novamente reconstrui a minha vida, sem qualquer pensamente de voltar a arriscar. Mas, de um dia para o outro, aconteceu. Nunca fui feliz, nunca me senti totalmente bem, nunca tive confiança suficiente, nunca sorri apaixonada, mas sobretudo, nunca fui amada. Aqui, dei por concluido o meu processo de tentativas. Até que novamente, uma surguiu e eu, com as minhas mais sinceras palavras te peço para que não deixes nada disto acabar. São três meses, não são três anos! (...)  Hoje, começou uma nova etapata em que ninguém começou comigo. Porque se fui capaz de passar do fim do poço para mais de meio, ultrapassando todas as dificuldades sozinha, adquirindo tudo o que precisava,  também sou capaz de chegar até a cima. Agora, se és feliz, junta-te a mim, se és infeliz, afasta-te de mim, pois alguém me disse que isso é contagioso!

sábado, 7 de maio de 2011

new capitulo



Sinto-me bem e é assim que vou ficar neste novo capitulo onde ainda nem tudo está decidido. O meu nome continua o mesmo, a minha morada exactamente igual, os meus ténis continuam a ser merrell e timberland, a única coisa que, provavelmente, mudará é mesmo a minha maneira de dizer tudo no momento certo. Não devo, não posso e não voltarei a faze-lo. Eu só quero ser feliz, não ser o palhaço da malta, como tenho sido até agora. Em relação a ele, não sei. Ao outro ele, veremos no isto dá. Em relação a ela, obrigada por tudo. A ela, não fazes as coisas mais acertadas nem tens as atitudes mais certas, mas obrigada na mesma. A ela, és das simples, mas das grandes. A outra ela, prometo que vou passar milhões de tempo contigo, eu amo-te e amo-vos. E são, simplesmente vocês, quem eu escolhi para este novo capitulo da minha vida.

terça-feira, 12 de abril de 2011

tens tudo para ser feliz





Não sei, não faço a menor ideia, mas há algo que não bate certo. As imensas saudades da escola, dos professores, das aulas, dos intrevalos, das horas de almoço, dele, dela. Não te entendo. Estás de férias e tens uma longa e maravilhosa viagem até Paris. E sabes que mais? É já amanhã! Enquanto tu estás por ai, sentado no sofá o dia todo a ver televisão. Estás por ai toda aborrecida, sabendo que tens um belo dia lá fora. Está um sol radiante, um dia brilhante. Tanta gente que queria estar no teu lugar, ter um viagem dessas já esta madrugada, e tu, tu ai sem reação. Mas o que é que se passa? Que tens? Que sentes? Estás doente? Não podes. Não podes mesmo. Ai, reage miúda. É já esta madrugada! Acorda e vive a vida. Diverte-te. Aproveita as férias, porque são poucas. Não fiques sentada nesse sofá o dia inteiro. Toma um duche, veste-te e sai. Vai aproveitar o teu último dia em Portugal. Ás vezes, juro que não te conheço. Onde está essa energia toda? Essa confiança? Esse estado de espirito que todas as mannhãs enerva muita gente? Sim, eu sei que estás farta disso, mas isso és tu, é a tua pessoa e não tens de mudar só porque alguém não gosta. Sabes porque? Porque tu, tu tens estado de espirito, és quem alegra quando o ambiente tem tudo menos oxigénio. És a salvação. Contagia-os. Contagia-os com a tua energia e sê feliz, pois agora, agora tens tudo para ser feliz! 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

não quero que seja o fim, mas um inicio diferente



Adeus meus amores, mas isto acaba aqui. As tintas que sempre me pintaram, acabaram e como se não bastasse, também esgotaram. Os materiais frágeis que me compõem, partiram-se, não aguentando tanta pressão. As pessoas que aqui me restavam, seguiram cada uma o seu caminho, assim como eu deveria de ter feito, mas tão fraca que sou, fiquei, pensando que iria ser melhor assim. Não foi. Não foi melhor assim. Deixei de me sentir, perdi completamente a visão que tinha do mundo, perdi-me. Perdi-me perante tanta gente que em tempos me ajudou, mesmo sendo eu a recusar a ajudar. Foram fundamentais e eu uma estúpida qualquer. Confesso que não me reconheço, que não me entendo. Esta não sou eu, eu não sou assim. Não sou feita de plástico, não sou pintada a aguarelas.

sábado, 26 de março de 2011

embora tudo, estou feliz e assim continuarei



Consegui por na cabeça que o queria conhecer, e assim aconteceu. Passados alguns dias, algumas semanas, tempo suficiente para ter a certeza que o conhecia, começámos uma relação. Foi óptima, a melhor coisa que me podia ter acontecido naquele momento. Via-o como a coisa mais perfeita que podia existir, até ao dia em que acabou, em que me magoou ligeiramente. Aos poucos, fui tentando esquecer todo aquele carinho que me deu, mas, continuando a lutar por ele, até que entrei em completo estado de desespero e tive de recorre a outra solução. Dava-me super bem com ele, até estava a ser uma hora de almoço animada e eu perguntei, divertidamente, se queria namorar comigo, é claro que não era nada de sério, até ao momento que lhe perguntei se o namoro era real e obtive um « sim! » como resposta. Era apenas um simples amigo que a partir dai, comecei a ver com outros olhos. E de dia para dia, sem sequer me aperceber a sua importância tornava-se cada vez maior, até ao nosso primeiro beijo. Foram horas, dias, meses perfeitos. Tinha recuperado todo aquele carinho que precisava, sentia-me bem, até ao momento que esta felicidade toda também acabou, tal como tudo na vida. Interroguei-me várias vezes « mas porque? » « porque a mim? » Não obtive qualquer resposta, de ser algum. Sentia-me completamente perdida, sentia-me como uma agulho num enorme palheiro. Até que percebei que afinal, ele já não era minimamente importante, não tinha gostado assim tanto dele, e voltei a tentar com aquele grande amor. A conversa melhorava, piorava, melhorava, até que houve acção. Dias depois da acção, cansada de lutar, cansada de tão mal tratada ser, e a pedido dele, morri. Morri por completo e sinto-me bem por ter realizado um grande desejo seu. Morri para ele e, na verdade, agradeço-lhe imenso por isso, porque assim, nasci para a vida, aprendi a valorizar tudo aquilo que nunca me deixou, que sempre me apoiou. Afinal, meses de conversa não chegaram, aquela relação não chegou, não o conhecia assim tão bem. Agora percebo que amar não é assim tão simples. Agora tenho medo de voltar a amar. Agora tenho receio de voltar a ser traída, mal tratada. Agora não voltarei a cair no mesmo erro, pois foi com ele que aprendi.

Agora, estou de novo apaixonada, sem sequer saber como e porque.

segunda-feira, 21 de março de 2011

E agora, ainda duvidam?




E se agora, neste preciso momento fecha-se os olhos, quando os abrisse teria uma vida diferente, uma vida melhor? E se agora estala-se os dedos, os problemas desapareciam? E se eu te disse-se que fiquei abalada o resto do dia quando passas-te por mim e nem sequer me olhas-te, como habitual, iria deixar de me importar com a tua presença? E se eu te disse-se tudo de um única vez, coisa que não aconteceu, iria sentir-me mais livre? Se as respostas a estas curtas perguntas, são sim, eu fecho por completo os olhos, estalo, com imensa força, os dedos, dirte-ei que fiquei abalada quando passas-te por mim, dirte-ei tudo de uma única vez, apenas para me sentir livre, para me sentir bem comigo própria. Sinceramente, nem sei porque escrevo. O dia correu, minimamente, bem. Aprendi a falar baixo, aprendi a controlar-me, aprendi a estar com atenção em sala de aula, mas, sobretudo, aprendi que não posso pegar num lápis e num papel, e desenhar-me. Tenho de ser eu mesma, como alguém, em tempos me desenhou. Ninguém é perfeito. Toda a gente erra. Toda a gente tem problemas, mas só os agrava, quem não tem sentido de humor, quem não luta pela vida, quem não sabe o que quer, como eu, até perceber que me chamo Cláudia, que tenho 14 anos e sobretudo, que sou Feliz! (..) E agora, ainda duvidam? Ainda acham que sou fraca, que não tenho, minimamente, ipotesses de me levantar sozinha? Se sou alguém na vida, é porque, simplesmente, lutei pelos meus objectivos, não porque alguém, algum dia, me ajudou e me levantou, daquela grande queda que dei naquele duro pedaço de alcatrão. É bom quando apreciam o nosso trabalho, quando nos dão o valor que há imenso tempo precisávamos. É bom quando nos conhecem, mas sobretudo, é bom quando não nos julgam.

domingo, 20 de março de 2011

sinto-me bem



Sinto-me bem. Sinto-me como já não me sentia a bastante tempo. Sinto-me eu. Sinto que me encontrei. Sinto que agora é o momento certo para dar rumo a minha vida, para me organizar (ainda mais). Como me sinto bem, sem problemas, sinto que toda a coragem se armazenou eu mim. Deixei de ter medo de falar, deixei de falar quando não devo, deixei aquela triste vida que me acompanhou enquanto sofri com coisas que não mereciam nem uma única lágrima minha. Sinto-me bem e é apenas nisso que tenho de pensar. Quero lá saber se amanhã me olham e me comentam, eu sinto-me bem é hoje. Quero lá saber se me chamam de parva, não me conhecem. Quero lá saber se me dizem para morrer, nunca me conheceram com vida. Quero lá saber daquela gente invejosa,  é só inveja, e enquanto a inveja nelas reina, em mim reina o proveito. Sempre me disseram que tinha tudo e não aproveitava nada, eis o momento para essas opiniões mudarem totalmente. Se tenho tudo, aproveito tudo, até à ultima migalha que os passarinhos poderão comer. Eles estão desesperados a procurar comida, precisam de se alimentar. Eu estive desesperada meses sem fim, a tentar encontrar-me e como, finalmente consegui, não irei deixar escapar nem uma migalha da minha comida, nem um pedaço de alcatrão, daquela estrada que jamais deixará de me guiar.

estou feliz e assim continuarei para sempre.

sábado, 19 de março de 2011

acreditei no amor e lutei por ti



E se, mesmo não querendo olhar para a tua cara, te disse-se que nunca gostei de ti, que foi tudo uma simples farsa, que acabou por se tornar complicada, triste, a maior desilusão da minha vida, leva-vas a mal? É que a minha vontade, sempre que passo por ti, sempre que frequentamos o mesmo lugar e trocamos aqueles curtos olhares, é chegar-me a ti, perante toda a gente e dizer o que me fizes-te, o quão magoada desta triste batalha eu saí. Sei que não é fácil para ti, mas e para mim? Tens uma vida normal, sem problemas; não te julgam; não te olham, não te comentam. És simplesmente, um estudante bonito, com a sua graça natural e com o seu dom de encantar, que acabou por me encantar também a mim, e passados seis meses ainda continuas a encantar, contra a minha vontade. Sinceramente, juntei todas as minhas armas, arrumei todas as minhas forças e disponibilizei-me para lutar vinte e quatro horas por dia, até ao momento em que as armas eram poucas e tu conseguis-te dizer-me as palavras mais frias, da forma mais arrogante do mundo. Não consigo sequer olhar para ti e sorrir. Não consigo olhar para aquelas pessoas que deixei, quando me agarrei somente a ti, pois prometes-te nunca mais voltar a largar-me. Para espanto meu, isso não aconteceu, largaste-me e eu caí num enorme monte de alcatrão, chamado estrada. Não sabia o caminho de regresso a casa, não sabia sequer onde estava. E tudo porque? Porque acreditei no amor e lutei por ti.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Assunto encerrado





Não é fácil, mas eu vou conseguir. Não faz o menor sentido continuar a sofrer com coisas que já levaram o seu, definitivo, ponto final. Embora queira ou não queira, já levaram. Tenho pena, tenho imensa pena, até. Mas acredito em mim, nas minhas capacidades. Acredito que isto é o melhor, será melhor para os dois, pois nem sempre as coisas são como nós as desenhamos. No inicio, acredito que seja difícil olhar-lhe todos os dias, como aconteceu hoje, mas com o passar do tempo, irei esquecer e daqui a algum dias volto a escrever acerca disto e digo que já não importo, minimamente com a sua presença. O ambiente é publico, a escola é a mesma, as salas são idênticas, as mesmas até. Neste momento, só estou triste porque quero. De repente, senti-me com força, com coragem, com coragem para lutar pelo que quero. Tenho reforços, pessoas dispostas a ajudar, tenho tudo. E assim o farei, antes que toda esta força e coragem se tornem também numa enorme escassez. Quero agradecer a todas as pessoas do blogger e que me deram conselhos, que me apoiaram, bem, foram fundamentais. Principalmente, naquele momento em que eu não conseguia sequer olhar para a cara das pessoas, quanto mais confiar nelas. Felizmente, está tudo melhor. O ambiente parece menos poluído e eu, embora não pareça, sinto-me mais alegre. - apenas não quero continuar a ser o palhaço, o palhaço que anima a malta - também faz falta, esse palhaço, mas não quero e não serei eu.

Agora, vou encerrar este assunto, vou ser eu mesma, vou sorrir e, sobretudo, vou ser feliz (;

domingo, 13 de março de 2011

só tem problemas, quem os cria


Hoje, sinto-me bem. Logo a noite posso até sentir-me péssima, mas agora, agora sinto-me bem. Amanhã acordo e o mundo é cor-de-rosa, ao decorrer do dia, começa a ficar cada vez mais escuro, até que passa a ser o pior dia da minha vida, my life. Vida da qual, tenho tudo e muitas das vezes, não sei aproveitar nada. Tudo porque? Porque em vez de dar valor as coisas que realmente me têm dado cada vez mais motivos para sorrir, choro, com aquelas que não querem, minimamente, o meu bem. Ou se o querem, não o demonstram. Eu sou ser-humano. Tenho cabeça, troco e membros. Sei sorrir. Sei chorar. Sei falar. Sei escrever. Sei fazer inúmeras coisas, das quais, também sei agir. E não, não irei chorar se algum dia alguém me mal-tratar, ou mesmo se me tratar bem, mas de uma forma mais desagradável. Não irei chorar sem primeiro agir.  Não irei perder nada. Não irei ganhar nada. A linha da minha vida, a linha da tua vida, a linha de todas as vidas, estão traçadas. O que tiver de acontece, acontece e nunca devemos de ter medo de nada, nothing. Todos iremos morrer. Na maioria, todos fazemos as mesmas coisa, certas ou erradas, fazemos. As certas, são por vezes, óptimas. As erradas, são excelentes, pois assim, tomamos consciência de que não voltaremos a fazer. Oh gente, só tem problemas, quem os cria. Sim, o que é o meu caso, o casa da maioria das pessoas. Também é verdade que não escolhemos o nosso futuro, mas parte dele.

domingo, 6 de março de 2011

life


Só me aptecer pegar numa borracha e apagar-me. Apagar-me desta triste vida que tão bem pinta foi. Afinal, o que faço mais aqui? O amor não é correspondido, as amizades são pequenas farças que todos os dias tento manter, dando-lhes água, para que não morram, como está a acontecer com todo o resto. A confiança está uma enorme escassez, não há, de todo, confiança. Sem confiança, não há amizade, não há nada. Tentei dar o meu melhor. Tentei ser perfecçionista em tudo, ás vezes, de mais até, mas parece que não deu, que não foi o suficiente. E se não deu, se não foi o suficiente, que faço mais aqui? Nada. Não faço, exactamente, nada. Morro de dores. Morro de dores na perna. Odeio andar de canadianas, isto para não falar de que tenho o Carnaval estragado por causa delas. Odeio o mundo em que vivo. Odeio-me. Odeio tudo e todos. Odeio! Admito ainda que, neste momento, nem sequer me conheço. Era uma miúda cheia de vida, cheia de força de vontade. Era uma miúda que amava a vida, amava e orgulhava-se daquilo que fazia. Mas, com o passar do tempo, tudo mudou, e agora, nem sequer me conheço. Só quero voltar. Voltar a ser como era. Uma miúda que, raramente, ou nunca mesmo ia a baixo. Mas, porque é que a vida não é como nós a pintamos?

quarta-feira, 2 de março de 2011

até já, apenas


Já chega. Estou farta. Assim não dá. não dá mesmo. Não aguento. Sinto-me quase a morrer. Ai sufoco, morre tu. Deixa-me de uma vez! Não cometi nenhum crime. Tudo o que fiz foi sem mínima intenção. Sim, se soubesse que daria nisto, não o faria. A sério. Compreendo-me. Compreendo-me, como também compreendo que deveria de ter pensado primeiro, mas não pensei. E agora? Provavelmente agora é tarde. Muito tarde até. Mas, isto não tem sido fácil. Nada fácil. Tem sido horrível. Mesmo horrível. Não aguento. Vou explodir. Que nervos. Que estupidez. Adeus! Não, adeus não. Até já, apenas. Não posso deixar os problemas, pensando que amanhã, quando acordar, estarão todos resolvidos. Aqui é como no futebol, se não for a bola, a bola também não virá a mim, se não enfrentar os problemas, os problemas também não se irão resolver sozinhos.